Quinta, 23 Novembro 2017

Notícias do Mundo (46)

Notícias do Mundo em Geral

Um menino e uma idosa morreram e doze pessoas ficaram feridas no desabamento de um edifício de quatro andares na manhã deste domingo na periferia de Paris, após uma explosão aparentemente provocada por um vazamento de gás, informaram diversas fontes.

A mulher "morreu enquanto estava sendo retirada por nós dos escombros", declarou o comandante dos bombeiros, Gabriel Plus, ressaltando que ela estava consciente quando as equipes de resgate conseguiram estabelecer contato visual.

Quatro dos feridos estão em estado grave, declarou à AFP Philippe Galli, o prefeito de Seine-saint-Denis, região à qual pertence a localidade de Rosny-sous-Bois, onde ocorreu o acidente. Várias vítimas ainda estariam entre os escombros do prédio. Os bombeiros resgataram dois adultos com vida e outras 10 pessoas seguem desaparecidas, cinco adultos e cinco crianças.

A explosão destruiu a fachada do edifício e deixou à mostra o interior dos apartamentos. "Foi uma explosão aparentemente provocada por um vazamento de gás, ocorreu uma onda de expansão que nos leva a pensar que foi isso", afirmou o ministro francês do Interior, Bernard Cazeneuve, que se dirigiu ao local. Apesar de tudo lembrou que até o momento não há nenhuma "certeza sobre a origem desta explosão".

O prefeito, por sua vez, confirmou uma forte suposição sobre um vazamento de gás na origem do acidente. "Podemos encontrar mais vítimas entre os escombros", afirmou um bombeiro no local, estimando que era possível encontrar vítimas com vida por até 24 horas. "É o período de retorno das férias, por isso é difícil saber exatamente quantas pessoas estavam no prédio", explicou o prefeito Philippe Galli.

O desabamento do edifício ocorreu pouco antes das 08h00 locais (03h00 de Brasília) e foi ativado o plano vermelho, que prevê a mobilização de grandes meios técnicos.

Fonte: O Imparcial

 
O exército israelense pediu neste domingo (13) aos habitantes de várias cidades da Faixa de Gaza que abandonem imediatamente suas casas, com a promessa de grandes bombardeios na região.
 
A aviação israelense lançará panfletos sobre o norte do território palestino, controlado pelo movimento islamita Hamas, perto da fronteira com Israel. Eles pedem aos civis que se refugiem no sul do território, segundo um comunicado do exército.
 
"Os panfletos advertem aos moradores de Beit Lahiya que se afastem dos ativistas do Hamas e dos locais onde o grupo atua", afirma a nota.
 
Esta é a primeira vez que o exército dá um ultimato à população de Gaza desde o início das hostilidades na terça-feira. A ofensiva soma ao menos 160 mortos e outras centenas de feridos a maioria civis.
 
"O exército israelense tem a intenção de atacar as infraestruturas terroristas. A operação será limitada. Os que não respeitarem as instruções colocarão sua vida e a de suas famílias em perigo", advertiu o exército.
 
Segundo a rádio militar, a aviação "vai passar a uma nova etapa com ataques sem precedentes" contra as plataformas de lançamento de foguetes de longo alcance. O porta-voz do exército, general Moty Almoz, disse à rádio militar que os palestinos "devem levar a ameaça a sério, porque não se trata de uma medida psicológica".
 
O primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, afirmou na reunião semanal do conselho de ministros que Israel "está atacando o Hamas com cada vez mais intensidade".
 
"Temos que compreender como nosso inimigo funciona. Quem esconde armas debaixo dos hospitais? O Hamas. Quem instala postos de comando em edifícios perto de creches? O Hamas", disse o chefe de Governo.
 
"O Hamas utiliza a população como escudo humano e atrai a desgraça aos habitantes de Gaza", completou Netanyahu, segundo a rádio militar. Neste domingo, a polícia israelense prendeu 10 manifestantes palestinos na esplanada das Mesquitas, na parte antiga de Jerusalém.
 
Os manifestantes atiraram pedras contra os policiais que acompanhavam os visitantes no Monte do Templo (Esplanada das Mesquitas), segundo as autoridades.
 
Fonte: Portal Folha

O presidente Bashar al-Assad venceu com 88,7% dos votos as eleições presidenciais na Síria, disse o porta-voz do Parlamento, Mohammad al-Laham, nesta quarta-feira (4). Assad garantiu seu terceiro mandato, apesar de uma guerra civil violenta que cresceu a partir de protestos contra o seu governo.

O presidente do parlamento sírio, Mohammad al-Laham, declara a vitória de Bashar al-Assad nas eleições (Foto: Khaled al-Hariri/Reuters)O porta-voz do parlamento sírio, Mohammad
al-Laham, declara a vitória de Bashar al-Assad nas
eleições (Foto: Khaled al-Hariri/Reuters)

"Declaro a vitória de Bashar Hafez al-Assad como presidente da República da Síria com absoluta maioria dos votos nas eleições", disse Laham em discurso transmitido pela televisão desde o escritório do Parlamento da Síria, informa a Reuters.

A corte constitucional da Síria havia afirmado anteriormente que a participação nas eleições da última terça-feira e de uma rodada anterior com expatriados fora de 73%.

Os outros dois candidatos nas eleições, Hassan al-Nouri e Maher al-Hajjar, tiveram, respectivamente, 4,3% e 3,2% dos votos.

Autoridades sírias descreveram a prevista vitória de Assad como uma reivindicação de sua campanha de três anos contra os grupos armados que lutam para derrubá-lo do poder.

A votação foi realizada nas áreas controladas pelo governo. Segundo relato ao G1 de fotógrafo brasileiro que está em Aleppo, a segunda maior cidade do país, em região controlada por rebeldes não houve nem sinal de eleição.

Opositores de Assad classificaram as eleições como uma farsa e disseram que os outros dois candidatos não ofereceram nenhuma alternativa real e que uma eleição em meio a guerra civil não poderia ser considerada. Os Estados Unidos declararam que as eleições presidenciais na Síria são "uma vergonha".

A guerra civil no país matou 160 mil pessoas, expulsou cerca de 3 milhões de refugiados e deslocou muitos outros dentro do país.     

Conflito de mais de 3 anos
A Síria enfrenta guerra civil desde março de 2011. Segundo o Observatório Sírio para Direitos Humanos, a guerra já deixou pelo menos 162 mil mortos, entre eles 80 mil civis e 8,6 mil crianças. Assad, da minoria étnico-religiosa alauíta, enfrenta uma rebelião armada que tenta derrubá-lo do poder.

Inicialmente, a maioria sunita e a população em geral realizavam protestos reivindicando mais democracia e liberdades individuais. Com a repressão violenta das forças de segurança, o conflito se transformou em revolta armada, apoiada por militares desertores e por grupos islamitas como a Irmandade Muçulmana, do Egito, e radicais como o grupo Al-Nursa, "franquia" da rede terrorista da Al-Qaeda.

Os confrontos destruíram a infraestrutura do país e geraram uma crise humanitária regional. Em agosto de 2013, um ataque em um subúrbio de Damasco com armas químicas atribuído ao regime foi considerado o mais grave incidente com uso de armas químicas no planeta desde os anos 1980. Um “grande número” de pessoas morreu com os ataques de gás sarin, segundo relatório da ONU.

A guerra civil síria reviveu as tensões da Guerra Fria entre Ocidente e Oriente, por conta do apoio da Rússia ao regime sírio. Os EUA se limitam, oficialmente, a oferecer apoio não letal aos rebeldes e a fornecer ajuda humanitária.

Após proposto pela Rússia, a Síria colabora com a Organização para a Proibição de Armas Químicas (Opaq) para uma operação conjunta de desarmamento químico no país.

Segundo a ONU, mais de 2,7 milhões de pessoas já deixaram a Síria, principalmente em direção ao Líbano, Turquia, Jordânia e Iraque. No Brasil, refugiados chegaram com a esperança de um recomeço após perderem casa, emprego e segurança na Síria. Devido ao conflito, o Brasil passou a facilitar a obtenção do visto de turista para os cidadãos desse país. Em São Paulo, a comunidade se une para conseguir emprego e casa para recém-chegados.        

Fonte: Globo.com

 

fogoturquiaEquipes de resgate trabalham de forma intensa nesta quarta-feira na mina acidentada no leste da Turquia, onde pelo menos 205 pessoas morreram intoxicadas por dióxido de carbono. No entanto, as esperanças de se encontrar mais sobreviventes diminuem na medida em que o tempo passa, devido à situação complicada no local.

Mais de 200 pessoas ainda estão desaparecidas.

"Em relação à operação de resgate, posso dizer que nossas esperanças estão diminuindo", disse o ministro da Energia da Turquia, Taner Yildiz, que está na cidade de Soma, acompanhando os trabalhos, que envolvem mais de 400 pessoas.

Ele afirmou que o incêndio provocado na explosão da mina continua queimando no interior da mina, mesmo 18 horas depois do acidente. O ar lá dentro está cheio de fumaça, e as mortes estão sendo provocadas por inalação do monóxido de carbono.

 

As equipes não conseguiram retirar o gás que está no local, o que aumenta os perigos. A explosão que causou a tragédia foi provocada por uma falha elétrica, e por isso muitos dos elevadores usados pelos mineiros pararam de funcionar, fazendo com que muitos não conseguissem deixar a mina.

 

Naquela hora, 787 pessoas trabalhavam no local.

 

O premiê Recep Tayyip Erdogan declarou três dias de luto oficial, após cancelar uma viagem que faria à Albânia.

 

Segurança

 

A explosão ocorreu durante a troca de turno em uma mina privada em Soma, que fica na província de Manisa, a cerca de 450 quilômetros da capital Ancara.

 

A empresa que administra a mina disse estar investigando o acidente, mas afirmou que a explosão ocorreu apesar de terem sido tomadas "a melhores medidas e controles de segurança".

 

Os que ficaram soterrados - entre eles os possíveis sobreviventes - estariam presos a cerca de quatro quilômetros da entrada da mina, a cerca de dois quilômetros de profundidade. Oxigênio está sendo bombeado para o interior evitar que os operários morram sufocados.

 

Uma grande multidão formada por familiares dos operários aguarda por notícias do lado de fora da mina.

 

A mãe de um dos mineiros que está no local acompanhando os trabalhos disse que passou a tarde inteira esperando notícias do filho.

 

"Ainda não fiquei sabendo de nada sobre ele", disse Sena Isbiler à agência de notícias AFP.

 

A Turquia não tem um bom histórico de segurança no trabalho de mineração.

 

Segundo analistas, a Turquia registra mais acidentes do que a maioria dos países industrializados.

 

Esta já é a pior tragédia do tipo na Turquia em 20 anos. Em 1992, uma explosão de gás matou 263 pessoas em uma mina na cidade de Zonguldak.

Fonte: UOL

 

indiano1Mahashta Mûrasi afirma ter nascido em 1835 e provando através de documentos, conquistou o Guinness com o recorde do homem mais velho do mundo! Será?

 

  

A notícia apareceu na web no começo de abril de 2014 e conta a história do sapateiro Mahashta Mûrasi, um indiano que teria nascido em 1835 e aos 179 teria entrado para livro Guinness dos recordes sendo o homem mais velho do mundo ainda vivo.

 

 

 De acordo com as autoridades indianas, o homem teria nascido Bangalore, no dia 06 de janeiro de 1835 e trabalhou como sapateiro na cidade de Bangalore até 1957, quando se aposentou, aos 122 anos!

 

  

“Eu tenho vivido por tanto tempo, que os meus bisnetos já morreram há anos [...] De alguma forma, a morte se esqueceu de mim”, afirma o sapateiro, exibindo sua certidão de nascimento e documento de identidade para provar sua idade.

 

  

FONTE: R7

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Um enorme crocodilo que teria matado e comido quatro pessoas, moradoras de uma vila em Uganda, foi capturado nesta quarta-feira.

O réptil, que pesa uma tonelada, foi pego por agentes da Uganda Wildlife Authority (UWA), órgão governamental responsável pela conservação da vida selvagem. A captura ocorreu após quatro dias de caçada na vila de Kakira, no leste de Uganda.

 

Para prender o animal, os agentes o atraíram com um pedaço de carne colocado em um gancho. Mais de cem pessoas se reuniram para ver o crocodilo sendo puxado pela parte traseira de uma picape, conforme relatou o jornal ugandense New Vision.

Mais de cem pessoas se reuniram para ver o crocodilo sendo puxado pela parte traseira de uma picape

Mais de cem pessoas se reuniram para ver o crocodilo sendo puxado pela parte traseira de uma picape Foto: Peter Busomoke / AFP

— Os moradores apelaram para a UWA para caçar o crocodilo após a morte de um morador de Kakira — disse o funcionário da UWA, Sulani Tumanya.

 

Acredita-se que o réptil gigante matou pelo menos quatro pescadores ao longo das margens do Lago Vitória e deixou várias outras pessoas mutiladas. Muitos pescadores, que temiam por suas vidas, vinham se recusando a chegar perto do lago até que o crocodilo fosse capturado.

 

Estima-se que o réptil tenha cerca de 80 anos. Ele foi transferido para o Parque Nacional de Murchison Falls. As informações são do jornal britânico Metro.

Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/animais/crocodilo-gigante-que-teria-matado-quatro-pessoas-capturado-em-uganda-12067495.html#ixzz2xllgzSIt

aviaoPEQUIM — O Ministério de Relações Exteriores da China pediu à Malásia que forneça todas as informações e provas que levaram o governo a concluir que o Voo MH370 caiu no sul do Oceano Índico. Nesta segunda-feira, o primeiro-ministro malaio, Najib Razak, disse que sinais de satélite jogaram mais luz sobre a trajetória da aeronave, levando investigadores a concluírem que o avião voou ao longo do corredor sul e que a sua última localização foi no Sul do Oceano Índico. Segundo a Malaysia Airlines, não houve sobreviventes. Razak acrescentou que a Malásia vai fornecer mais informações sobre a busca do voo na terça-feira.

“A China já foi informada sobre a Malásia de seu anúncio e está prestando grande atenção”, disse o ministério em comunicado. “A China já pediu que a Malásia forneça toda informação e provas sobre como chegou a essa conclusão.”

Parentes das vítimas foram informados por torpedo pela companhia aérea antes mesmo do pronunciamento do premier, com muitos deles passando mal e pelo menos uma pessoa sendo removida de ambulância.

Mais cedo, aviões australianos e chineses detectaram novos objetos flutuando nos mares remotos na costa da Austrália, no Sul do Oceano Índico, o que aumenta a probabilidade de que os destroços do avião da Malaysia Airlines possam ser logo localizados. De acordo com fontes da Sky News, familiares serão levados de Pequim para a Austrália.

O primeiro-ministro australiano, Tony Abbott, disse que uma embarcação naval estava próxima de onde os objetos foram vistos e esperava ser capaz de recuperá-los em breve. Um é circular e cinza-esverdeado e o outro tem a forma retangular e alaranjado. Já a aeronave chinesa Ilyushin IL-76, segundo a agência de notícias Xinhua, teria avistado outros dois objetos flutuantes relativamente grandes e vários destroços brancos menores dispersos por vários quilômetros. A China desviou seu quebra-gelos Xuelon (Dragão da neve) em direção ao local.

Uma frota de outros barcos chineses também avançava em direção ao sul. A aeronave chinesa é uma das sete que buscam o avião da Malaysia. Não há ainda nenhuma confirmação sobre a origem dos objetos localizados.

Vários países, entre eles China e Austrália, já detectaram por satélite a presença de possíveis destroços, na principal zona de busca, do Boeing 777, a cerca de 2.300 quilômetros da costa australiana. Mais cedo, foram localizados um palete de madeira e vários cintos de segurança ou correias no Oceano Índico.

O voo MH370 desapareceu dos radares no dia 8 de março com 239 pessoas a bordo, a maioria chinês, quando fazia o trajeto Kuala Lumpur-Pequim.

Equipes intensificam buscas

Aviões e navios ultramodernos intensificaram as busca do Boeing 777 da Malaysia Airlinese nesta segunda-feira ao sul do Oceano Índico, depois da detecção de vários destroços que poderiam pertencer à aeronave desaparecida.

A Austrália, que coordena as operações nesta região, disse nesta segunda-feira que se apega a todas as pistas para localizar o avião antes que piorem as condições meteorológicas.

— Seguimos sem ter segurança de que o avião está na zona, mas nos apegamos a qualquer informação que nos chega para circundar um perímetro para concentrar nossos esforços — explicou o vice-primeiro-ministro Warren Truss.

Na noite de domingo, a rede americana CNN divulgou a informação de que o avião desaparecido da Malaysia Airlines reduziu drasticamente sua altitude antes de desaparecer dos radares. Segundo o informante, dados de radares militares mostram que o Boeing 777 que fazia o voo MH370 entre Kuala Lumpur e Pequim fez uma curva acentuada quando sobrevoava o Mar do Sul da China e desceu para uma altitude de 12 mil pés (cerca de 3,7 mil metros) até sair da vista dos radares.

De acordo com especialistas consultados pela CNN, a revelação fornece mais detalhes sobre o que pode ter acontecido no avião, mas não explica porque ele desapareceu nem onde ele poderia estar. Ela, no entanto, diminui as suspeitas de que o piloto ou copiloto da aeronave tenham deliberadamente derrubado o avião.

— Até agora não temos nenhuma evidência de que a tripulação tenha feito algo errado – disse Miles O'Brien, especialista em aviação da CNN. — De fato, agora deveríamos operar com a premissa de que algo de ruim aconteceu com aquele avião pouco depois de darem “boa noite”.

Segundo O'Brien, uma crise a bordo que tenha provocado despressurização da cabine pode ter levado o piloto a reduzir a altitude.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/malasia-anuncia-que-voo-370-caiu-no-oceano-indico-sem-deixar-sobreviventes-11963366#ixzz2wurRCb6x 
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mapa avião desaparecido malásia - VALE ESTE (Foto: Arte/G1)

aviaoo1Mais uma informação no caso do desaparecimento de um avião comercial da Malásia faz do caso "um mistério sem precedentes" - como definiu o chefe da aviação civil do país nesta segunda-feira (10). Segundo jornais chineses e o inglês "Daily Mirror", alguns parentes de passageiros do voo MH370, na rota Kuala Lumpur-Pequim tentaram ligar para os telefones celulares de seus familiares e conseguiram completar a chamada, que cai em seguida.

Uma gigantesca operação de buscas aéreas e marítimas entra no terceiro dia, sem sinais da aeronave que levava 239 pessoas e perdeu contato duas horas depois de decolar.

O diretor da Autoridade de Aviação Civil daMalásia, Azharuddin Abdul Rahman, disse que não está descartada uma tentativa de sequestro, uma entre várias teorias que estão sendo consideradas pelos investigadores para explicar o sumiço do Boeing 777-2090ER da companhia Malaysia Airlines.

"Infelizmente, não encontramos nada que pareça ser um objeto da aeronave, e muito menos a aeronave propriamente dita", disse ele em entrevista coletiva.

Dezenas de aviões e barcos de dez países vasculham o mar entre a Malásia e o sul do Vietnã. A expectativa chegou a crescer quando o Vietnã mobilizou helicópteros para investigar um objeto amarelo flutuante -- que era, na verdade, apenas "a tampa coberta de musgo de um rolo de cabos", segundo comunicado no site da Autoridade de Aviação Civil vietnamita.

Há especulações sobre falhas de segurança e sobre a possibilidade de um atentado. No domingo, a Interpol confirmou que pelo menos dois passageiros usaram passaportes furtados para embarcar. Segundo o jornal New York Times, a polícia da cidade de Pattaya, de onde os bilhetes foram emitidos, disse que a compra não foi feita pelos passageiros, mas por um iraniano identificado apenas como Ali.

O voo MH370 sumiu dos radares no começo da madrugada de sábado, cerca de uma hora depois de decolar de Kuala Lumpur, quando viajava em uma altitude de cruzeiro em torno de 10,6 mil metros.

Não houve pedido de socorro do avião, o que leva especialistas a cogitarem uma catastrófica falha repentina ou uma explosão. Mas o chefe da Força Aérea da Malásia disse que o monitoramento por radar mostra que o avião pode ter recuado da sua rota antes de desaparecer.

Uma fonte graduada envolvida nas investigações preliminares na Malásia disse que a dificuldade em encontrar destroços pode indicar que o avião se despedaçou em pleno voo, o que espalhou as peças por uma área muito grande do mar.

Na manhã de segunda-feira (horário local), as ações da Malaysia Airlines chegaram a registrar uma queda recorde de 18%, mas se recuperaram parcialmente e fecharam o pregão com uma perda de 4%.

Fonte: globo.com

aviaoveatinaUm avião da marinha vietnamita avistou um objeto que pode ser parte do avião da Malaysian Airlines que desapareceu no sábado com 239 pessoas à bordo, informou a Autoridade de Aviação Civil do Vietnã neste domingo (9).

A agência informou que está muito escuro para se ter certeza que o objeto é parte do avião.

Dois navios serão enviados na segunda-feira para o local, no limite entre as águas territoriais vietnamitas e malaias. Foi nesta mesma zona do Mar da China Meridional que traços de combustível foram descobertos no sábado.

Autoridades da Malásia informaram mais cedo que nenhum destroço do avião foi localizado ainda, apesar dos esforços de uma operação de buscas que envolve 34 aviões e 40 navios.

As equipes de resgate ampliaram a área de busca nas águas do Golfo da Tailândia após informarem que o avião da Malaysia Airlines pode ter dado um giro na rota antes de desaparecer.

O ministro da Defesa e de Transportes, Hishammuddin Hussein, disse que as autoridades estudam todas as possíveis razões de uma meia-volta deste tipo.

"O desaparecimento do MH370 não é algo que possamos analisar superficialmente e não podemos descartar nenhuma possibilidade. As agências de inteligência de países relevantes foram informadas e compartilharemos a informação à medida que a investigação avançar", disse Hishammuddin.

Em entrevista coletiva posterior, autoridades da Aviação Civil e das Forças Armadas malaias disseram que os radares confirmam que o avião realizou essa manobra de giro, mas que não houve nenhuma comunicação do piloto como o protocolo estabelece.

Também não foi recebida nenhuma mensagem de alerta ou emergência vinda do avião antes de desaparecer, acrescentaram.

mapa avião desaparecido malásia - VALE ESTE (Foto: Arte/G1)

Investigação
Autoridades da Malásia estão examinando gravações de câmeras de segurança e interrogando oficiais de imigração e guardas do aeroporto internacional de Kuala Lumpur, preocupadas com a possibilidade de que uma falha de segurança possa estar conectada ao desaparecimento.

Suspeitas de que o voo, foi sequestrado ou alvo de explosão cresceram depois que autoridades descobriram que pelo menos dois passageiros usaram passaportes roubados.

Entretanto, as autoridades disseram que ainda não há nenhum indício de atividade terrorista.

nvestigadores malaios, apoiados pela polícia federal norte-americana, FBI, estão investigando as identidades de quatro passageiros do voo em particular, disseram duas autoridades do país à Reuters.

Os quatro são dois passageiros que usaram passaportes europeus, possivelmente da Ucrânia, além de dois que viajaram com passaportes da Áustria e da Itália, disseram as fontes.

"Nossos investigadores estão analisando todos os vídeos de segurança. Eles também estão interrogando os oficiais que permitiram a passagem dos impostores", disse uma autoridade com conhecimento direto da investigação.

O diretor da agência malaia de aviação civil afirmou a jornalistas no domingo que dois "impostores" conseguiram passar pelo check-in e pelo portão de embarque.

Fonte: Globo.com

Parente de passageiro do voo MH370 da Malaysia Airlines chora enquanto fala no celular no Aeroporto Internacional de Pequim, China, neste sábado (8). O voo que ia de Kuala Lumpur a Pequim, na China, está desaparecido. Aeronave levava 239 pessoas a bordo. (Foto: Kim Kyung-Hoon/Reuters)Parente de passageiro do voo MH370 da Malaysia Airlines chora enquanto fala no celular no Aeroporto Internacional de Pequim, China, neste sábado (8). O voo que ia de Kuala Lumpur a Pequim, na China, está desaparecido. Aeronave levava 239 pessoas a bordo. (Foto: Kim Kyung-Hoon/Reuters)

A Marinha do Vietnã informou neste sábado (8) que o avião da Malaysia Airlines que desapareceu com 239 pessoas a bordo caiu próximo do litoral da ilha vietnamita de Tho Chu, no sul do país. As informações são da agência de notícias EFE.

O Alto Comando da Marinha vietnamita acrescentou em comunicado que o avião caiu nas águas do Golfo da Tailândia, entre a Malásia e o Vietnã, a cerca de 300 quilômetros da ilha de Tho Chu, na província vietnamita de Kien Giang, segundo o site "Tuoi Tre".

 

O diretor do centro de coordenação de emergências do Vietnã, Pham Hien, disse anteriormente ao site "VnExpress" que o avião foi detectado a cerca de 220 quilômetros do litoral da província de Ca Mau, também no sul do país.

 

Às 19h20 locais (8h20 de Brasília), a companhia aérea informou que equipes de resgate da Malásia, Cingapura e Vietnã fazem buscas com navios na região onde o avião teria desaparecido. Por enquanto, nada foi encontrado. Buscas aéreas serão retomadas na manhã de domingo (início da noite de sábado no horário de Brasília).

 

A aeronave tinha 239 pessoas a bordo (227 passageiros, com 2 crianças, e 12 tripulantes). Todos os tripulantes eram da Malásia. Os passageiros têm 14 nacionalidades: 153 da China ou de Taiwan (incluindo uma criança), 38 da Malásia, sete da Indonésia, seis da Austrália, cinco da Índia, quatro da França, três dos Estados Unidos (incluindo uma criança), dois da Nova Zelândia, dois da Ucrânia, dois do Canadá, um da Rússia, um da Itália, um da Holanda e um da Áustria. Veja a lista com os nomes dos passageiros.

 

O Boeing 777-200 no voo MH370 saiu de Kuala Lampur às 13h40 no horário de Brasília e deveria chegar às 19h30 (de Brasília) em Pequim. O avião teria perdido contato duas horas após decolar, segundo a empresa.

"Estamos profundamente entristecidos com as notícias sobre o voo MH370", disse a empresa em um comunicado em seu site oficial. "A Malaysia Airlines confirma que o voo MH370 tinha perdido o contato com o controle de tráfego aéreo de Subang às 2h40 de hoje. Houve especulações de que a aeronave pousou em Nanming. Estamos trabalhando para verificar a autenticidade deste e de outros relatos", diz o texto.

A empresa evitou afirmar que o avião tenha caído e disse que desconhece a posição da aeronave. “Estamos trabalhando com as autoridades internacionais na missão de busca e resgate e às 14h locais (3h de Brasília) do dia 8 de março de 2014 não temos nenhuma informação sobre a posição do avião”, disse a companhia aérea em seu último comunicado.

Segundo a empresa, não foram recebidas mensagens ou sinais de que o avião pudesse ter ficado em perigo.

O voo MH370 fez o último contato com controladores de tráfego aéreo quando estava a 120 milhas náuticas a leste da cidade malaia de Kota Bharu, na costa do país, disse o presidente da companhia aérea, Jauhari Yahya.

O site de rastreamento de voos flightaware.com mostrou o avião voando para nordeste sobre a Malásia, depois de ter decolado. O avião subiu para uma altitude de 35 mil pés e desapareceu dos registros um minuto depois, enquanto ainda estava ganhando altitude.

Buscas
O presidente da China, Xi Jinping, ordenou neste sábado que se iniciem "todos os esforços necessários" nas medidas de emergência relacionadas com o avião da Malaysia Airlines.

Segundo a agência oficial chinesa “Xinhua”, Xi pediu ao Ministério das Relações Exteriores e às embaixadas e consulados de seu país no exterior que intensifiquem os contatos com os departamentos pertinentes dos países afetados e se mantenham alertas sobre os trabalhos de busca e resgate do avião.

Oito navios da Administração de Segurança Marítima de Hainan e do Departamento de Resgate de Nanhai, no sul da China, se encontram em estado de alerta e à espera de ordens, informou o ministro.

Além disso, uma pequena frota aérea está preparada para decolar rumo às áreas de busca a qualquer momento.

A China expressou sua “grave preocupação” pelo desaparecimento do voo. A maior parte das pessoas a bordo era de nacionalidade chinesa.

Familiares
No Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur, os familiares dos passageiros esperam ansiosamente notícias.

Hamid Ramlan, um policial da capital da Malásia, disse que no voo viajavam sua filha de 34 anos e seu genro de 24, para passariam as férias em Pequim.

"Minha esposa não para de chorar. Todo mundo está triste. Minha casa tornou-se um lugar de luto", disse ele. "É a vontade de Deus, temos de aceitá-la".

Em Pequim, os familiares dos passageiros também esperavam por notícias.

"Eles são inúteis. Não sei por que você não dão nenhuma informação", disse um jovem indignado, referindo-se à companhia aérea.

A Malaysia Airlines (MAS) é considerada uma das companhias mais seguras da região, com registro de poucos acidentes.

O mais grave foi em 1977, quando um avião caiu no sul da Malásia, matando os 93 passageiros e os sete membros da tripulação.

Um novo acidente seria uma péssima notícia para a empresa, que vem há anos perdendo dinheiro, frente a concorrência de companhias de baixo custo como a AirAsia.

Malaysia Airlines, que em 2012 admitiu estar "em crise", registrou nos últimos três meses de 2013 seu quarto trimestre consecutivo de perdas.

Fonte: Globo.com

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Pessoas passam por anúncio da Malaysia Airlines no Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur, em Sepang, Malásia, neste sábado (8). O voo que ia de Kuala Lumpur a Pequim, na China, está desaparecido. Aeronave levava 239 pessoas a bordo. (Foto: Samsul Said/Reuters)Pessoas passam por anúncio da Malaysia Airlines no Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur, em Sepang, Malásia, neste sábado (8). O voo que ia de Kuala Lumpur a Pequim, na China, está desaparecido. Aeronave levava 239 pessoas a bordo. (Foto: Samsul Said/Reuters)

 

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