Quinta, 23 Novembro 2017

22/04/2015 - E esse tal de zapzap?

Escrito por  Publicado em Ponto de Vista Quarta, 22 Abril 2015 14:59
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E esse tal de zapzap?
 

Pode colocar a cabeça pela janela, ou checar na sala de casa mesmo, no quarto dos filhos. Neste exato momento, pra onde você se virar provavelmente tem uma pessoa com os olhos fixos numa tela de smartphone. Sobretudo a juventude. Mas também os de meia idade.
 

O Brasil encerrou o ano de 2014 como o sexto maior mercado dos “telefones inteligentes” do mundo, com quase 39 milhões de usuários. E junto com esse número é proporcional o uso do aplicativo WhatsApp (zapzap entre os íntimos). Os dados são do IDGNow.
 

De acordo com o presidente-executivo da empresa, Jam Koum, hoje são mais de 700 milhões de usuários do aplicativo de comunicação instantânea em todo o mundo, com tráfego diário de 30 bilhões de mensagens trocadas. Aí você pergunta: e o que eu tenho a ver com isso?
 

A resposta é: depende de como você utiliza essa ferramenta, ou aplicativo. O uso das novas tecnologias pode ser bastante útil a qualquer pessoa, seja no ambiente de trabalho, no ambiente escolar ou nas relações sociais. Diversas empresas já utilizam os aplicativos de mensagem instantânea, como o WhatssApp, para se comunicar com seus funcionários através dos grupos. Assim também são as turmas de estudantes ou de amigos. Mas até onde isso pode ser bom?
 

A nova resposta: até o momento que não atrapalhe a sua vida real. Depois de olhar para os lados e ver em suas próprias relações o uso intenso dos smartphones, vamos agora pras ruas. Pode ser ali mesmo na praça, ou na pizzaria mais próxima, no restaurante que você frequenta com os amigos. É fácil ver uma rodinha de amigos em conversas virtuais, cada um com seu zapzap aberto, teclando com alguém que está ali na outra rua. E entre si, nenhum olhar.
 

Até os casais de pretensos namorados se conhecem hoje pelas redes sociais, trocam coraçõezinhos pelos celulares, beijos pelos tablets, abraços pelo facebook. Paqueram pelas ondas da web e mandam animações virtuais em vez de sussurrarem poemas no ouvido. Fico imaginando como será no futuro.

Bjs e abçs.
 

 

 

marcos

Marcos Franco Couto é filho dos colinenses Washington Couto e Maria de Jesus Couto. Formado em Jornalismo pela Ufma, foi diretor de jornalismo da TV Band em Imperatriz e Editor-chefe do jornal Correio de Imperatriz. Hoje trabalha com jornalismo e redação publicitária com ênfase em marketing político.

Ler 432 vezes Última modificação em Quarta, 22 Abril 2015 15:09
Redação TVC

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